quarta-feira, 10 de agosto de 2011

please understand.. I am not who I was


You used to be all that I had, now your just not what I need.



3 Doors Down, "Back to Me"

terça-feira, 9 de agosto de 2011

reflexion from Charles Chaplin

As I began to love myself
I found that anguish and emotional suffering are only warning signs that I was living against my own truth.
Today, I know, this is “AUTHENTICITY”.

As I began to love myself
I understood how much it can offend somebody as I try to force my desires on this person, even though I knew the time was not right and the person was not ready for it, and even though this person was me.
Today I call it “RESPECT”.

As I began to love myself
I stopped craving for a different life, and I could see that everything that surrounded me was inviting me to grow.
Today I call it “MATURITY”.

As I began to love myself
I understood that at any circumstance, I am in the right place at the right time, and everything happens at the exactly right moment. So I could be calm.
Today I call it “SELF-CONFIDENCE”.

As I began to love myself
I quit steeling my own time, and I stopped designing huge projects for the future. Today, I only do what brings me joy and happiness, things I love to do and that make my heart cheer, and I do them in my own way and in my own rhythm.
Today I call it “SIMPLICITY”.

As I began to love myself I freed myself of anything that is no good for my health – food, people, things, situations, and everything the drew me down and away from myself. At first I called this attitude a healthy egoism.
Today I know it is “LOVE OF ONESELF”.

As I began to love myself I quit trying to always be right, and ever since I was wrong less of the time.
Today I discovered that is “MODESTY”.

As I began to love myself I refused to go on living in the past and worry about the future. Now, I only live for the moment, where EVERYTHING is happening.
Today I live each day, day by day, and I call it “FULFILLMENT”.

As I began to love myself I recognized that my mind can disturb me and it can make me sick. But As I connected it to my heart, my mind became a valuable ally.
Today I call this connection “WISDOM OF THE HEART”.

We no longer need to fear arguments, confrontations or any kind of problems with ourselves or others. Even stars collide, and out of their crashing new worlds are born.
Today I know THAT IS “LIFE”!

sébastien tellier

Sugestão do Monsieur Moustache - ao consultar o seu Moustache Mouvement - onde encontrei, entre outras pérolas, este vídeo para a música 'Look' de Sébastien Tellier. Não será nenhuma novidade mas não resisti a colá-lo aqui :)



Details of your look, like your tights
Killing me by shoot, just in once
Let me lick it, jewel, with your cries
Since days of school, you and I
You did the hook, you did right
Shiny as a jewel, with your tie oh see
Just take a look
In my hands, see darling the moon and the sand
You're on my way...
Just let me play...
Just let me play...

Sébastien Tellier, "Look"

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

o regresso sabe tão bem

Adoro passear, adoro viajar, gosto de conhecer novos lugares e reviver outros que já não são desconhecidos. Detesto fazer malas e tenho uma relação... "bipolar", digamos assim, com as despedidas. Até aqui nada de novo. Eu sei.

O edifício do aeroporto em si, é um edifício que não me diz muito... não consigo estabelecer muitas referências com o espaço, não me desperta muitas sensações (ou, pelo menos, não as consigo identificar)...

Fazendo a distinção entre as duas 'plataformas' principais - partidas/ chegadas - nem consigo considerar o espaço das partidas bom ou mau, é ambíguo, em termos das emoções que me provoca. Já o espaço das chegadas... é um espaço emocionante.

Adoro chegar e ter quem me espere e gosto de ir esperar alguém. O regresso é bom e sabe bem estar de volta.

Observar os vários comportamentos na chegada é um momento único. As reacções são tão diferentes mas quase todas muito emocionantes - a algumas delas é mesmo difícil ficar indiferente e não nos sentirmos também parte daquele reencontro.

Vi um menino no aeroporto que, de mão dada ao pai, esperava pelo regresso da mãe. Muito bem comportado, sentado no murete mesmo frente à porta de saída dos passageiros, aguardava a saída da Mãe. Quando ela apareceu deu um salto para se por de pé, correu para junto dela, deu-lhe um abraço daqueles apertados e não parou de saltar até saírem dali. Não vi a carinha dele mas aposto que tinha os olhos a brilhar.

poema

Enquanto não superarmos
a ânsia do amor sem limites,
não podemos crescer emocionalmente.
Enquanto não atravessarmos
a dor da nossa própria solidão,
continuaremos a nos buscar em outras metades.
Para viver a dois, antes, é necessário ser um.

Fernando Pessoa